Nessas últimas duas semanas o Metareciclagem repassou 4 vezes o descarte de resíduo eletrônico à Cooperativa de Reciclagem, foram 1830 kg no dia 14/01 - 1500 kg no dia 22/01 mais 680 gr no dia 25/01 e 1548 kg no dia 26/01.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2021
segunda-feira, 18 de janeiro de 2021
Coleta no Metarreciclagem
Metarreciclagem coleta mais de duas toneladas de resíduos eletrônicos na primeira quinzena de 2021
O projeto Metarreciclagem, iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo (Sedettur), coletou, na primeira quinzena de 2021, mais 2,2 toneladas de resíduos eletrônicos.
Na primeira semana deste ano, foram recolhidos cerca de 840 kg. Na semana seguinte, o balanço realizado pela pasta mostrou que o projeto arrecadou mais 1,5 kg de resíduos. Os materiais são derivados de equipamentos de informática, eletrodomésticos e brinquedos eletrônicos.
Os aparelhos coletados são testados e podem ganhar uma sobrevida, passando a fazer parte de kits que serão destinados ao Fundo Social de Solidariedade (FSS). De lá, os equipamentos serão doados às entidades assistenciais pertencentes a um cadastro do município.
Já, o material que é considerado como sucata eletrônica, é enviado a uma cooperativa parceira do projeto, que o comercializa, gerando renda e dando a destinação adequada e ambientalmente correta aos resíduos.
A Sedettur informa, também, que os equipamentos poderão ser aproveitados em cursos de montagem e manutenção de computadores, que são oferecidos pela Universidade do Trabalhador, Empreendedor e Negócios (UNITEN) a jovens da comunidade, como alternativa de aprendizado. Essa atividade está momentaneamente interrompida em função da pandemia. “Além de ser uma ação sustentável, o projeto atinge camadas sociais mais vulneráveis, trazendo uma nova oportunidade de qualificação profissional”, destaca o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, Robson Coivo.
Montagem de computadores
Em 2020, o “Projeto Metarreciclagem” arrecadou 68 computadores em bom estado. Nesse processo, as máquinas são formatadas e recebem ajustes necessários, sendo reaproveitadas em boas condições de uso.
“Nossa meta, neste ano, é coletar, pelo menos, 100 computadores e doar ao FSS. Para isso, contamos com a colaboração da comunidade e de empresas”, salienta a coordenadora do projeto, Nadia da Costa Teixeira. “Um item que a gente tem bastante de dificuldade de encontrar para montar computadores é o cabo do monitor. Todos que estiverem com essa peça avulsa e puderem contribuir nas doações, nos ajudarão muito na montagem dos equipamentos”, completa.
Serviço:
Endereço Projeto Metarreciclagem: Avenida Nove de Julho, 1.066, Vila Barão.
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.
Mais informações: (15) 3417-3825 ou meta.recicla@gmail.com.
http://noticias.sorocaba.sp.gov.br/metarreciclagem-coleta-mais-de-duas-toneladas-de-residuos-eletronicos/
segunda-feira, 11 de janeiro de 2021
Destinação do Resíduo Eletrônico
O Metareciclagem repassou mais 1450 kilos do descarte de resíduo eletrônico à Cooperativa de Reciclagem
quinta-feira, 7 de janeiro de 2021
Metareciclagem coleta quase uma tonelada de resíduos eletrônicos
Um total de 840 quilos de resíduos eletrônicos foram coletados em Sorocaba somente nesta primeira semana de janeiro, além de outras três toneladas contabilizadas em dezembro de 2020.
Esse é o resultado do balanço apresentado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo (Sedettur), por meio do Projeto Metarreciclagem, que visa o descarte adequado de resíduos derivados de equipamentos de informática, eletrodomésticos e brinquedos eletrônicos.
A sede do Metarreciclagem, localizada na Vila Barão, recebe esses equipamentos “obsoletos” tanto de munícipes como de empresas da cidade que atualizam e trocam seu sistema operacional. Depois de testados, os aparelhos que podem ganhar uma sobrevida passam a fazer parte dos kits que são doados por meio do Fundo Social de Solidariedade, às entidades assistenciais cadastradas do município.
O material considerado sucata eletrônica é destinado a uma cooperativa parceira do projeto, que o comercializa, gerando renda e dando a destinação adequada e ambientalmente correta aos resíduos.
Além disso, os equipamentos também podem ser utilizados em cursos de montagem e manutenção de computadores, oferecidos a jovens da comunidade como alternativa de aprendizado e qualificação profissional.
http://noticias.sorocaba.sp.gov.br/metarreciclagem-coleta-quase-uma-tonelada-de-residuos-eletronicos/
terça-feira, 5 de janeiro de 2021
Repasse do Lixo Eletrônico
Hoje o Metareciclagem repassou 840 kilos do descarte de resíduo eletrônico à Cooperativa de Reciclagem.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2021
Feliz Ano Novo!
HORÁRIO
Informamos que o horário de atendimento do projeto Metareciclagem é de:
segunda a sexta feira das 8h as 16h.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2020
quarta-feira, 16 de dezembro de 2020
domingo, 13 de dezembro de 2020
Reciclar é preciso
Já faz algum tempo que a substituição periódica de smartphones, tablets, computadores e demais equipamentos eletrônicos indispensáveis no dia a dia – tanto de indivíduos quanto de corporações – deixou de ser um eletivo sonho de consumo para se transformar em realinhamento tecnológico inevitável. O fenômeno, inicialmente restrito a países desenvolvidos, se expande rapidamente a todos os quadrantes do planeta, impulsionado pela globalização, conduzido pelo giro cada vez mais célere da economia e, por fim, condicionado às estratégias de concorrência entre fabricantes. Como todos os processos artificiais, no entanto, o tão necessário upgrade também vem acompanhado de efeitos colaterais. Neste caso, as consequências se apresentam, literalmente, na forma de montanhas de lixo.
De acordo com estudo desenvolvido por meio de parceria entre a Universidade das Nações Unidas e a União Internacional de Telecomunicações, cerca de 52,2 milhões de toneladas de lixo eletrônico foram descartadas em todos os continentes apenas neste 2020. Comparações práticas ajudam a dar uma ideia da dimensão real desse descarte: devidamente organizados e acondicionados, os computadores, celulares, televisores e demais equipamentos eletrônicos desativados nos últimos 12 meses equivalem a 10 pirâmides de Quéops, a maior das milenares estruturas da Planície de Gizé, no Egito. O mesmo material seria suficiente para construir 5,5 mil torres Eiffel ou, ainda, para instalar duas passarelas ligando Nova York (EUA) a Bangkok, na Tailândia.
Não obstante as cifras relacionadas anteriormente sejam colossais, são as miudezas que se somam para compor os apetrechos tão triviais do nosso cotidiano que merecem toda a nossa apreensão. Notebooks e iPhones – com placas de circuito impresso, carregadores, baterias e acessórios -, por exemplo, reúnem quase todos os 118 elementos químicos da tabela periódica. Esse amálgama inclui desde ouro, prata, platina, cobre, alumínio e outros metais com alto valor de mercado, até produtos extremamente tóxicos, como antimônio, arsênio, berílio, bismuto, cadmio, chumbo e mercúrio, entre outros.
A lista ainda inclui as terras-raras – assim denominadas, por conta da extração extremamente difícil e cara -, como lantânio, térbio, neodímio, gadolínio e praseodímio. Isso sem falar nos vários tipos de plásticos e vidro.
Resumindo: um “simples” celular, do qual não nos separamos em nenhum momento, o notebook – instrumento de trabalho de milhões de pessoas nesses tempos de pandemia e home office -, ou a smart TV, que nos socorre como companhia/recreação durante o isolamento social, estão impregnadas de “riquezas” e, ao mesmo tempo, de substâncias que, se não descartas da maneira correta, representam, sim, risco em potencial.
A boa notícia é que, também nesta encruzilhada, o ser humano já se mostrou capaz de achar caminhos seguros. Numa clara demonstração de que os homens criam as ferramentas e as ferramentas realmente recriam os homens – como defendia o pensador das mídias Herbert Marshall McLuhan -, podemos lançar mão da logística reversa, da reciclagem e da metareciclagem como formas de reaproveitar com segurança os descartes eletrônicos – garantindo a sustentabilidade dos recursos naturais -, ao mesmo tempo em que evitamos riscos à saúde das pessoas e a degradação do meio ambiente.
Embora, evidentemente, ainda careçam de políticas públicas abrangentes, planejamentos macro e microrregionais, recursos e, principalmente, engajamento de muitos setores da sociedade, esses três métodos já são utilizados em nosso País. Em alguns setores – reciclagem de latinhas de alumínio e logística reversa de embalagens de agrotóxicos – o Brasil figura como referência mundial.
Em Sorocaba, a metareciclagem de equipamentos eletrônicos é uma experiência bem sucedida e merecedora de reprodução em larga escala. Iniciada há pouco mais de uma década, por incentivo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo (Sedettur), o modelo vem crescendo e evoluindo, alicerçada em consórcios com a iniciativa privada e movimentos cooperativos. O diferencial da metodologia é a extensão do conceito da reciclagem à tecnologia contida no objeto. Na prática, além da destinação ecologicamente correta dos materiais contidos nos equipamentos – principalmente nos computadores -, os procedimentos conferem sobrevida aos aparelhos, na medida em que os recupera e permite que continuem sendo utilizados quando isso é possível.
Neste exato momento, o programa sorocabano de metareciclagem passa por um oportuno processo de ampliação. Conforme divulgou o jornal Cruzeiro do Sul na edição de sexta-feira (11), a Sedettur está convidando a população, empresas, instituições e autoridades de toda a Região Metropolitana de Sorocaba (RMS) para conhecer e participar da iniciativa. A oportunidade é perfeita para todos aqueles que se preocupam com o meio ambiente e com a qualidade de vida da comunidade. O primeiro passo é acessar a reportagem disponibilizada pelo jornal em seu site (jornalcruzeiro.com.br/). Em seguida, mãos à obra.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2020
Empresas são convidadas a conhecer o Metareciclagem
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo (Sedettur) enviou esta semana cerca de mil e-mails às empresas, instituições e autoridades de Sorocaba e região, convidando-as para conhecer o Metareciclagem. O objetivo da correspondência eletrônica foi o de “apresentar” o projeto desenvolvido pela Sedettur há mais de dez anos e firmar novas parcerias visando o descarte adequado de equipamentos eletroeletrônicos e de informática que estejam em desuso.
O Metareciclagem recebe esses equipamentos “obsoletos” tanto de munícipes como de empresas da cidade que atualizam e trocam seu sistema operacional. Todos os equipamentos doados são testados e aqueles que podem ganhar uma sobrevida passam a fazer parte dos kits que são doados por meio do Fundo Social de Solidariedade às entidades assistenciais cadastradas do município. Somente este ano, foram 67 kits a mais doados a 10 entidades sociais.
O material considerado sucata eletrônica é destinado a uma cooperativa parceira do projeto que o comercializa, gerando renda e dando a destinação adequada e ambientalmente correta aos resíduos.
Os equipamentos também são aproveitados para o desenvolvimento de cursos de montagem e manutenção de computadores, oferecidos para jovens da comunidade como uma opção de aprendizado e qualificação profissional. Este ano, por conta da pandemia da Covid-19, os cursos estão temporariamente suspensos.
A sede do Metareciclagem conta ainda com um telecentro, estruturado a partir dos equipamentos usados doados. O local tem acesso franqueado à comunidade carente para fazer pesquisas de vagas no mercado de trabalho, elaboração de currículos, pesquisas escolares, entre outras demandas. São dez computadores com acesso à internet, cópias e impressões para uso pela comunidade de forma gratuita.
O Metareciclagem fica na avenida Nove de Julho, 1.066, na Vila Barão, e funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. O telefone é o (15) 3417-3825, e o e-mail, meta.recicla@gmail.com. Outras informações estão disponíveis no site: http://metareciclagemdesorocaba.blogspot.com/



















